2026

Heitor Pavani Nolla

Graduando em Sistemas de Informação pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com experiência em pesquisa e desenvolvimento nas áreas de Visão Computacional, Biometria, Inteligência Artificial e Aprendizado Profundo. Atua principalmente em reconhecimento, geração e aprimoramento de imagens biométricas, modelos generativos e aprendizado profundo, com trabalhos envolvendo impressões digitais e reconhecimento facial sob criptografia homomórfica. Possui experiência de pesquisa na Unicamp e Samsung Research, além de colaborações com grupos nacionais e internacionais. É autor e coautor de trabalhos publicados em conferências internacionais, incluindo CVPR, IJCB e IWBF, e recebeu prêmio de Best Paper no Simpósio Brasileiro de Sistemas de Informação. Também possui experiência em pesquisa aplicada, desenvolvimento de soluções de IA e participação em patentes na área de biometria e IA generativa.

2024

Carlos Ivan Salinas Espinoza

Soy biólogo manejador de recursos naturales, estudiando mi Doctorado en Ciencias Biológicas en la Universidad Autónoma de Nayarit en México. Mi investigación se titula “Valoración económica de los servicios ecosistémicos de Marismas Nacionales” en este trabajo se analizan los cambios en el valor económico de los servicios ecosistémicos de Marismas Nacionales que es una Reserva de la Biosfera en la costa noroeste de México. Este análisis se realiza ante diferentes escenarios de cambio de uso del suelo, analizando los patrones de cambio de 1986 a 2022 y realizando proyecciones hasta el año 2050.

2023

Nicolò Perello

Sou Engenheiro Matemático graduado na Politécnica de Turim (Itália). Minas especialidade é modelagem e simulações matemáticas, particularmente focada em problemas ambientais. Atualmente, faço doutorado na Universidade de Génova (Itália) em Risco, Segurança e Vulnerabilidade com foco em desastres naturais e Mudanças Climáticas. Minha pesquisa é sobre modelagem de risco de incêndios florestais, especialmente relacionada a sistemas de classificação de risco e simuladores de incêndios. O objetivo primário da minha pesquisa é desenvolver ferramentas operacionais para sistemas de Proteção Civil.

Elena Dauster

Sou estudante de Geofísica e Meteorologia na Universidade de Edinburgo, interessada em compreender a interseção entre conservação da biodiversidade e conhecimento indígena e tradicional como ferramentas essenciais para lidar com a crise climática e o colapso ambiental. Minha pesquisa é focada em desvendar como indústrias acessam e utilizam espécies nativas no Brasil abordando, ao mesmo tempo, a questão da rastreabilidade. O principal objetivo do meu trabalho é contribuir com o desenvolvimento de políticas ambientais transparentes que facilitem a distribuição justa e igualitária de benefícios. Reconhecendo o significado de uma abordagem decolonial da ciência, meu trabalho visa elevar os meios de subsistência das comunidades indígenas e tradicionais e empoderá-las no papel vital de proteger a terra e garantir seu uso sustentável.

Jan Börner

É professor de Economia do Uso Sustentável da Terra e Bioeconomia na Universidade de Bonn, Alemanha, com experiência em pesquisa aplicada na América Latina, África e Europa. Entre 2012 e 2017, foi Professor Júnior Robert Bosch de Economia do Uso Sustentável de Recursos Naturais no Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento (ZEF), em Bonn, onde seu trabalho se concentrou na análise e avaliação econôica de políticas de conservação de florestas tropicais. Antes, trabalhou como pesquisador associado no Centro Internacional de Pesquisa Florestal (CIFOR) e no Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT) com sede no Brasil, onde esteve envolvido em vários projetos globais de pesquisa sobre REDD+ e interações humanas com o ambiente. A atual agenda de investigação de Jan expande-se da análise da política ambiental a nível nacional para o papel da tecnologia, do comércio global e dos padrões de consumo que afetam a prestação de serviços ecossistêmicos à escala da paisagem.

Andrea Pacheco

É uma cientista ambiental interdisciplinar hondurenha, atualmente pesquisadora no Institute for Food and Resource Economics da Universidade de Bonn, compondo o grupo de Economia do Uso da Terra Sustentável. Ela trabalha no projeto CLEVER (Creating Leverage to Enhance Biodiversity Outcomes of Global Biomass Trade) fundado pela União Europeia e colabora com a equipe do CSR para melhor compreender os impactos das pressoões e fluxos do comércio global na distribuição e persistência da biodiversidade no Brasil.

Aurora Yanai

Eu sou engenheira florestal com doutorado em Ciências de Florestas Tropicais pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Atualmente sou pós-doc no INPA onde desenvolvo o projeto “Trans-Purus: modelagem do desmatamento e emissões no último grande bloco de floresta intacta na Amazônia brasileira” e colaboro com o projeto “Predição da Degradação Florestal como Subsídio a Ações para Evitar as Queimadas e os Incêndios Florestais”. As minhas linhas de pesquisas estão relacionadas a dinâmica do desmatamento e degradação florestal em áreas de fronteira agropecuária na Amazônia e como os projeto de infraestrutura para a Amazônia (e.g., rodovias planejadas) podem contribuir para acelerar o desmatamento e ocupações ilegais, principalmente, em terras públicas não destinadas e áreas protegidas.

Beatriz Figueiredo Cabral

Sou Engenheira Florestal pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) e mestre em Ciências de Florestas Tropicais pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA). Atualmente sou colaboradora no Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e no Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), atuando como bolsista em um projeto intitulado “Predição da Degradação Florestal como Subsídio a Ações para Evitar as Queimadas e os Incêndios Florestais”, coordenado pelos(as) pesquisadores(as) Dra. Liana O. Anderson e Dr. Philip M. Fearnside. Nesse projeto, estamos trabalhando com o Dinamica-EGO para simular cenários futuros da degradação por exploração madeireira e incêndios florestais no sul do Amazonas. O nosso objetivo é prover um diagnóstico e prognóstico da degradação florestal, por exploração madeireira e incêndios florestais provenientes das queimadas, a fim de gerar cenários que permitam o controle preventivo de queimadas, subsidiando assim a gestão dos recursos naturais e das áreas de conservação.

Débora Dutra

Sou mestre em Análise e Modelagem de Sistemas Ambientais pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e bacharel em Engenheira Ambiental e Sanitária pelo Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG). Atualmente sou bolsista de treinamento técnico do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN) e faço parte do Tropical Ecosystems and Environmental Sciences Laboratory (TREESlab) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Possuo experiência em estudos relacionados a secas, mudanças climáticas, queimadas e degradação florestal na Amazônia. Minha pesquisa é vinculada ao projeto FAPESP/FAPEAM que visa prover um diagnóstico e prognóstico da degradação florestal, por exploração madeireira e incêndios florestais provenientes das queimadas, com o objetivo de gerar cenários que permitam o controle preventivo de queimadas, gestão dos recursos naturais e preservação das áreas de conservação.

Marit Verbeet

Este ano encerro meus estudos na Universidade Avans de Ciências Aplicadas onde estudo Ciências Ambientais com especialização em agricultura sustentável na Universidade de Wageningen. A fim de ganhar experiência na minha área, estou o CSR para meu estágio de pesquisa. Meu trabalho é sobre a incorporação de espécies nativas de Minas Gerais em sistemas agrícolas sustentáveis. O objetivo da pesquisa é promover aumento da biodiversidade em Minas Gerais e, ao mesmo tempo, investigar sistemas agrícolas resilientes e sustentáveis que se encaixem na comunidade e no status socioeconômico.

Yannic Rudá Damm

Sou economista ambiental e estudante de doutorado no Instituto de Economia de Alimentos e Recursos na Universidade de Bonn, Alemanha. Minha pesquisa se concentra na avaliação das externalidades das políticas de mudança do uso do solo e conservação. Para tanto, aplico métodos quasi-experimentais e outras técnicas de avaliação de impacto para quantificar o tamanho e a significância desses efeitos externos. Como pesquisador interdisciplinar, combino dados espaciais de sensoriamento remoto com dados socioeconômicos, de saúde e ambientais em nível micro. Isso me permite, por exemplo, examinar algumas das várias consequências do desmatamento e da expansão da soja na Amazônia brasileira.

2022

Dalma Versitz

Embora esteja matriculada como estudante na Avans University of Applied Sciences em Breda, Holanda, onde estudo Ciências Ambientais para Energia e Tecnologia Sustentáveis, nasci e cresci em Budapeste, Hungria. Como parte do programa educacional, precisei fazer um estágio, que foi o que me trouxe ao Brasil para participar de um projeto de pesquisa no CSR. Minha pesquisa se concentra em como valorizar as espécies nativas e seu uso para melhorar os meios de subsistência de agricultores e trabalhadores, promover a biodiversidade e o uso sustentável da terra.

Ruben Oliemans

Atualmente cursando Ciências Ambientais para Energia e Tecnologia Sustentáveis na Avans University of Applied Sciences em Breda, Holanda. Uma parte deste programa de estudo é fazer um estágio de pesquisa. Esta parte dos meus estudos me trouxe para o Brasil, onde estou fazendo minha pesquisa no CSR. Minha pesquisa é sobre o papel das espécies nativas na indústria de biocombustíveis do Brasil. O objetivo é avaliar como as espécies nativas podem contribuir para o uso sustentável da terra, fornecendo às comunidades locais os recursos necessários para sustentar suas terras. Após este estágio de pesquisa, iniciarei minha graduação como Cientista Ambiental. Após a formatura, continuarei estudando ou começarei a trabalhar como Cientista Ambiental.

João Cândido André da Silva Neto

Possui graduação e mestrado em Geografia pela Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (UFMS/CPAQ), doutorado em Geografia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP). É Professor Adjunto do Departamento de Geografia e Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Amazonas, onde integra o Laboratório HIDROGEO (Hidrogeografia, Climatologia e Análise Ambiental na Amazônia). Atualmente realiza pós-doutorado no Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal de Minas Gerais, com apoio da FAPEAM (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas), no âmbito do Programa de apoio à Pós-doutores – PRODOC. Tem experiência na área de Geografia Física , com ênfase em Análise Ambiental, Biogeografia, Sistemas de Informações Geográficas e Sensoriamento Remoto.

2019

Hongxi Liu

Concluí meu doutorado no projeto SURUMER (Sustainable Rubber Cultivation in the Mekong Region), na Universidade de Hohenheim, Alemanha, onde avaliei as mudanças na dinâmica do carbono decorrentes das mudanças no uso da terra. Atualmente, sou pesquisadora em período integral na School of Environment da Beijing Normal University (BNU), China. Meus interesses de pesquisa concentram-se na avaliação dos impactos das mudanças no uso da terra sobre os serviços ecossistêmicos. Atualmente, trabalho em um projeto que avalia os impactos da urbanização sobre a capacidade ambiental. O projeto é desenvolvido em colaboração entre a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Beijing Normal University (BNU) e tem como objetivo modelar como os padrões espaciais de urbanização podem afetar os serviços ecossistêmicos regionais e a capacidade ambiental.

2018

Castigo David Augusto Machava

Possui graduação em Geografia pela Universidade Eduardo Mondlane (UEM) – Maputo Moçambique. Atualmente é mestrando em Analise e Modelagem em Sistemas Ambientais na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Sua pesquisa consiste em analisar a evolução da cobertura e uso da terra na bacia hidrográfica do Zambeze e principais impactos ambientais associados bem como realizar a modelagem dinâmica espacial a partir do software Dinâmica EGO com vista a prever cenários futuros de impactos ambientais numa perspetiva de criar uma melhor organização espacial, utilização e manejo ambiental, e consequentemente na melhoria da qualidade de vida das comunidades dentro da bacia.

Laura Sonter

Meus interesses de pesquisa abrangem, de forma ampla, os temas de ciência da sustentabilidade, sistemas humano-ecológicos e padrões espaciais de mudança no uso da terra. Tenho experiência de pesquisa em restauração ecológica de florestas tropicais (ver Sonter et al. 2011) e na modelagem da restauração de paisagens afetadas pela mineração de carvão, com o objetivo de otimizar metas de gestão ecológica, social e econômica (ver Barrett et al. 2011). Em março de 2011, iniciei meu projeto de pesquisa de doutorado no Sustainable Minerals Institute, da University of Queensland, em colaboração com a CSR. O projeto tem como objetivo quantificar os conflitos e as oportunidades de conservação associados à expansão das atividades de mineração na principal região de mineração de ferro do Brasil, o Quadrilátero Ferrífero.

2017

Alejandra Gill

É  engenheira ambiental formada pela Faculdade de Ciências Agrárias na Universidade Nacional de Assunção. Atualmente, está trabalhando no WWF do Paraguai como oficial de Sistemas de Informação Geográfica e está completando o Mestrado em Manejo de Recursos Naturais e Gestão Ambiental do Território na mesma instituição de graduação. Sua pesquisa tem como objetivo analisar espacialmente dois cenários de mudança de uso do solo no Chaco paraguaio até o ano 2030.

Suveshnee Munien 

Atualmente, sou professor em período integral no Departamento de Geografia e Ciências Ambientais da University of KwaZulu-Natal, na África do Sul. Minha pesquisa concentra-se no uso de ferramentas e metodologias espaciais para compreender as interações entre sociedade e meio ambiente.

Nathalia Nascimento 

Geógrafa, doutoranda no Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CST) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Sua pesquisa tem como objetivo construir cenários de uso da terra levando em consideração o processo de tomada de decisão de agentes locais ligados às atividades agropecuárias diante de mudanças nos contextos político e econômico na região amazônica.

Raíza Salomão Precinoto 

Raíza possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e atualmente é mestranda em Ecologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua pesquisa consiste em analisar a dinâmica de perda e ganho de floresta na Bacia Hidrográfica do Rio São João, no estado do Rio de Janeiro, desenvolvendo um modelo espacialmente explícito para modelagem da cobertura florestal e efetuar projeções dos eventos de desmatamento e regeneração natural em cenários futuros.

Michelle Farfán Gutiérrez

Actualmente soy profesora de tiempo completo en el Departamento de Ingeniería Geomática e Hidráulica, en la División de Ingenierías de la Universidad de Guanajuato, Campus Guanajuato. Estoy interesada en desarrollar la modelación espacial del riesgo de incendios provocados por las actividades antrópicas, así como también relacionarlos con variables climáticas para el estado de Guanajuato empleando el programa DINAMICA EGO.

2016

Letícia Gomes da Silva

Letícia é doutora em Ecologia pela Universidade de Brasília (UnB). Possui graduação em Ciências Biológicas e mestrado em Ecologia e Conservação pela Universidade Estadual de Mato Grosso (UNEMAT). Seu trabalho consiste na modelagem ecológica de queimadas e seus efeitos sobre a vegetação e o ciclo do carbono.

Andrés Burgos Delgado

Possui graduação em Ciências Biológicas (2000) e pós-graduação em Biodiversidade e Conservação do Meio Natural (2002) pela Universidade de Santiago de Compostela – USC e mestrado em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília – UnB (2014). Tem experiência de pesquisa, gestão e planejamento na área sócio-ambiental, com foco na governança de sistemas sócio-ecológicos, áreas protegidas e análise de redes sociais. Atualmente desenvolve projeto de doutorado no Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS/UnB) visando avaliar a conectividade e acoplamentos entre processos sociais e ecológicos no contexto de modelos de gestão integrada da biodiversidade, tomando como unidade de análise o Mosaico do Espinhaço: Alto Jequitinhonha – Serra do Cabral (MG).  

Gerardo Rodríguez-Tapia 

Gerardo es candidato a Dr. en Ciencias en el Instituto de Ecología de la Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM). Su trabajo de investigación se enfoca en cuantificar la sensibilidad que muestran distintas especies de libélulas en México a la deforestación. Actualmente desarrolla modelos de distribución potencial para incorporarlos a DINAMICA EGO y en combinación con escenarios de deforestación inferir las afectaciones que sufren estas especies en su ambiente. 

Robert Davenport

Como doutorando em Antropologia Ambiental na University of California, Santa Cruz, minha pesquisa de tese concentra-se nas mudanças nos meios de subsistência e nas instituições em paisagens de pequenos produtores rurais na Amazônia brasileira. Combino pesquisas de campo, etnografia e análise de sensoriamento remoto para analisar e comparar o surgimento inesperado da conservação florestal e da regeneração intencional de florestas secundárias em antigas áreas de fronteira agrícola. Em vez de pressupor que essa transição florestal seja impulsionada pela intensificação da agricultura de alta tecnologia e pelo êxodo rural em direção às áreas urbanas, proponho a hipótese de que a regeneração e a conservação das florestas podem ser impulsionadas por diversos fatores, como o maior valor da mão de obra manual em sistemas agroflorestais e indústrias extrativistas, estruturas sociais e institucionais, mobilidade entre áreas rurais e urbanas, além do conhecimento etnobotânico e da experiência acumulada sobre o território (Hecht et al. 2014). Para essas paisagens, também pretendo utilizar o DINAMICA EGO para modelar o impacto de “policy mixes” (combinações de políticas públicas) sobre LULUCF (Uso da Terra, Mudança no Uso da Terra e Florestas).

2015

Estela Herguido

Sou biólogo e fiz mestrado em Ecologia pela Universidad Autónoma de Madrid. Atualmente, sou doutorando na Universidad de Extremadura, onde estudo a dinâmica da cobertura da terra nas últimas décadas nos tradicionais sistemas agroflorestais de pastagens arborizadas da Península Ibérica, conhecidos como Dehesas ou Montados. Nas Dehesas, a baixa regeneração de árvores é amplamente documentada. Meu principal foco de pesquisa é a intensidade do uso da terra e sua relação com a regeneração das árvores. Também estou modelando, no DINAMICA EGO, a formação de áreas de solo exposto ao redor de elementos que concentram o gado, com o objetivo de estudar diferentes estratégias de manejo sob as condições climáticas atuais e em cenários futuros de mudanças climáticas. Além disso, utilizarei o DINAMICA EGO para modelar, em escala de paisagem, a polarização entre os processos de intensificação e abandono nesses sistemas.

2013

Jose Luiz Caballero Camacho

Biólogo, estudiante de Maestría en Geografía Ambiental en el Centro de Investigación en Geografía Ambiental (CIGA) de la UNAM campus Morelia. Desarrolla el proyecto de tesis “Modelado de los patrones espaciotemporales de extracción de madera para producir carbón vegetal en la cuenca del lago de Cuitzeo”, el cual se desarrolla con el software DINAMICA EGO.

Carlos Ivan Salinas Espinoza

Soy biólogo estudiante de la Maestría en Manejo de Ecosistemas de Zonas Áridas, de la Universidad Autónoma de Baja California. Mi investigación se titula “Propuesta de un modelo para la identificación de sitios para la conservación”. Estoy desarrollando escenarios de cobertura del terreno para el norte de Baja California con DINAMICA EGO y se combinarán con modelos de distribución de especies nativas de Baja California.

Livia Abdalla

Geógrafa formada pela Universidade Federal Fluminense – UFF e mestranda em Engenharia Cartográfica no Instituto Militar de Engenharia – IME. Possui seu projeto de dissertação intitulado por “Modelagem dinâmica da regeneração da vegetação de Mata Atlântica”. O qual tem por objetivo desenvolver a modelagem baseada em autômatos celulares para a quantificação de estimativas e avaliação de tendências futuras sobre a recuperação natural da vegetação oriunda da Mata Atlântica. Buscando com isso simular a dinâmica de evolução entre as classes: vegetação secundária e floresta; capoeira e vegetação secundária; gramínea e capoeira; solo exposto e gramínea.

2012

Angela Terumi fushita e Eliziane Carla Scariot

Pesquisadoras do Laboratório de Análise e Planejamento Ambiental (LAPA) da Universidade Federal de São Carlos, vinculado ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde. Desenvolvem trabalhos que envolvem bacias hidrográficas, Unidades de Conservação e o seu entorno nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Michelle Farfán Gutiérrez

Michelle é doutoranda em Geografia no Centro de Investigaciones en Geografía Ambiental (CIGA), da UNAM, Campus Morelia, México. Sua pesquisa concentra-se na modelagem espacial de dinâmicas ambientais e na conservação da biodiversidade. Nos últimos quatro anos, ela tem trabalhado na estimativa do desmatamento e da conservação na Reserva da Biosfera Sierra de Manantlán, em Jalisco, México. Atualmente, está desenvolvendo cenários de mudança com o DINAMICA EGO, em combinação com modelos de distribuição potencial de espécies, sob a orientação do Dr. Jean-François Mas.

2011

Bruna Silva Santos

Sou Bruna Silva Santos bacharel e licenciada em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo – UFES e mestranda em Biologia Animal pela mesma Universidade. Faço parte do Projeto Muriqui (destinado a preservação deste primata e da biodiversidade da Mata Atlântica) e do laboratório de Biologia da Conservação de Vertebrados coordenado pelo professor Dr. Sérgio Lucena Mendes.
Meu projeto de mestrado é intitulado “Modelagem da dispersão do muriqui-do-norte (Primates, Atelidae)”. Este animal é o maior primata das Américas e um dos 30 primatas mais ameaçados de extinção do mundo. Para modelar a dispersão do muriqui e propor estratégias para sua conservação, tais como detectar gargalos para sua dispersão e propor a criação de corredores ecológicos, vamos utilizar o programa Dinamica EGO. Suas ferramentas de autômato celular irão prover a dinamicidade que necessitamos para as análises espaciais. Pretendemos ligar os dados espaciais, biológicos e de dispersão dos muriquis para verificarmos a influência da paisagem na persistência da espécie e na manutenção da biodiversidade da região.

Kimberly Carlson 

Como estudante de doutorado na School of Forestry and Environmental Studies da Yale University, minha pesquisa concentra-se nos efeitos das mudanças no uso da terra sobre as pessoas e os ecossistemas. Tenho interesse em compreender como os processos sociais e as dinâmicas ecológicas interagem e moldam as transições no uso da terra associadas à intensificação agrícola nos trópicos. Ao avaliar os custos e benefícios integrais — incluindo os tradicionalmente subvalorizados “serviços ecossistêmicos” — de diferentes usos da terra, acredito que as comunidades locais e os formuladores de políticas públicas podem adaptar os incentivos para modificar as trajetórias de uso da terra, tornando-as mais sustentáveis e equitativas. Em minha tese de doutorado, investigo como a expansão das plantações de dendezeiro (palma de óleo) em Bornéu, na Indonésia, afeta o uso da terra, os meios de subsistência e os serviços ecossistêmicos. Para avaliar os impactos do agronegócio de palma de óleo em escalas local e regional, combino análises empíricas socioeconômicas, biofísicas e de sensoriamento remoto com modelos espacialmente explícitos de mudança no uso da terra desenvolvidos no Dinamica EGO.

Marco Follador

Depois de alguns anos de trabalho como funcionário da Comissão Europeia na Unidade de Mudanças Climática e Qualidade do Ar (http://ccaqu.jrc.ec.europa.eu/home.php), realizei pós doutorado CNPQ no CSR. Durante esse ano o foco da pesquisa foi concentrado no aprimoramento de uma ferramenta de otimização da calibração de modelos desenvolvidos em Dinamica EGO. O resultado do trabalho demostrou a real capacidade dos algoritmos genéticos de aumentar as performances do modelo, encontrando o correto equilíbrio entre especialização e generalização.

Laura Sonter

Meus interesses de pesquisa abrangem, de forma ampla, os temas de ciência da sustentabilidade, sistemas humano-ecológicos e padrões espaciais de mudança no uso da terra. Tenho experiência de pesquisa em restauração ecológica de florestas tropicais (ver Sonter et al. 2011) e na modelagem da restauração de paisagens afetadas pela mineração de carvão, com o objetivo de otimizar metas de gestão ecológica, social e econômica (ver Barrett et al. 2011). Em março de 2011, iniciei meu projeto de pesquisa de doutorado no Sustainable Minerals Institute, da University of Queensland, em colaboração com a CSR. O projeto tem como objetivo quantificar os conflitos e as oportunidades de conservação associados à expansão das atividades de mineração na principal região de mineração de ferro do Brasil, o Quadrilátero Ferrífero.

Isaac Kwadwo Nti 

– Doutorando no Centro de Pesquisa em Geoinformática da Auckland University of Technology, Nova Zelândia. Em andamento.
– Professor/Pesquisador no Departamento de Engenharia da Computação da University of Ghana. De 2006 até o presente.
– Professor/Pesquisador no Departamento de Geomática da University of Mines and Technology, Tarkwa, Gana. De 2005 a 2006.
– Mestrado em Geomática, Alemanha.
– Trabalho de doutorado: Pesquisa sobre modelagem, simulação e visualização de mudanças no uso e na cobertura da terra. Investigação do desempenho da plataforma genérica DINAMICA para modelagem do uso da terra. Utilização da região de Auckland como área de estudo para desenvolver modelos de Mudança de Uso e Cobertura da Terra (LUCC), determinar seus fatores determinantes e avaliar os melhores métodos de calibração e validação.